quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Ministério – Transcendendo o Clericalismo.         
O ministério como um todo é o serviço a Deus a favor do próprio Deus. O ministério real e verdadeiro é aquele que é feito não com intenção própria ou para barganhar algo de alguém, mas quando é feito para Deus visando o aperfeiçoamento do Seu povo.
          A visão geral (para alguns) em torno do ministério é que o ministro de Deus (principalmente pastores), só são vocacionados ou chamados para tal obra porque o próprio Deus o separou para este fim. Mas a realidade muitas das vezes é outro no sentido bíblico (não que Deus seja limitado, pois Ele é soberano e pode todas as coisas), quando Deus nos chama; Ele próprio já esta nos vocacionando e separando para sermos Seus servos e mordomos da Sua obra na terra. Por isso independentemente de ministério posição eclesiástica, Deus requer do Seu povo prontidão para se disponibilizar para Sua grande seara (Lc. 10:2). O povo de Deus não pode se limitar por posições, pois o verdadeiro sentido bíblico da vocação ministerial é que todos possam se colocar a disposição de Deus e de Sua grande e maravilhoso obra redentora; para todos cumprirem o ide do Senhor Jesus (Mc. 16:15). Deus chama um só povo. E Seu povo da continuidade a Sua obra, consagrando assim homens comissionados para tal fim.
Implicações práticas para a Vida da Igreja.

          Nós que somos mordomos e sevos do Senhor Jesus, temos que nos conscientizar da responsabilidade em Cristo e da continuidade na obra de Cristo e dos apóstolos, pois esta pronto para fazer a vontade do mestre é estar pronto para saber o chamado de Deus e cumpri-lo fielmente. A igreja de Jesus hoje precisa urgentemente voltar ao primeiro amor, e aprender com Cristo (o nosso maior exemplo), como fazer a vontade do Pai, como servo submisso dedicando-se pela causa da cruz. O sentido da vocação ministerial de Deus para o Seu povo é através de suas vidas mostrarem Cristo, independentemente de posição ministerial ou secular, devemos anunciar e propagar o amor Divino ao mundo.

Por: Reverendo Silvio Ribeiro

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