quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Deus e Sua obra e Justificação Divina.


 O homem natural e totalmente depravado e não a nada de bom em si mesmo, que o possa se justificar diante de Deus. Pois suas obras não valem de nada se for motivado pelo seu bel prazer, a verdadeira boa obra para Deus não esta na intenção, mas sim pela fé que Cristo no outorgou na cruz do calvário.
Muitas vezes vermos os ímpios prosperando e chegamos a dizer que Deus também os justifica, mais por outro lado sabemos que as escrituras sagradas nos falam que nossa recompensa esta em Cristo e seremos recompensados por Ele (ICo. 2:9). Os servos de Deus na terra têm que estarem prontos para superar as adversidades da vida, e caminha junto à vontade de Deus, pois aqueles a quem o Senhor chamar e vocaciona herdarão as promessas de Deus (ainda que pareça não acontecer).
Nos que somos despenseiros da multiforme e graça de Deus temos que nos contenda com as dificuldades da vida e sabê-las superaras em Cristo (Fl.4:12-13).
A vontade de Deus para o Seu povo é que nos atendemos para nova vocação em Cristo.
Implicações práticas para a Vida da Igreja.

Deus chamou e elegeu a Sua igreja para um grande e real propósito na terra, de honra ló mediante qualquer dificuldade. Nos como igreja do Senhor Jesus devemos nos alerta para o chamado de Deus, pois muitas vezes estamos preocupados com a situação financeira, como agir em determinadas situações e esquecemos que Deus em Cristo Jesus nos vocacionou para um grande propósito maior que é o viver dignamente, dando testemunha de vida cristã (Lc 24:48) e pregando as boas novas do “reino de Deus”. A igreja em si já esta justificado, pois o sacrifício de Jesus foi perfeito e eficaz (1Pe 2:9-10) Como João Calvino diz: “Que o homem se desprenda de si mesmo, para que aplique ao serviço do Senhor toda força de seu entendimento. Como individuo ou como igreja”.
Por: Reverendo Silvio Ribeiro
Ministério – Transcendendo o Clericalismo.         
O ministério como um todo é o serviço a Deus a favor do próprio Deus. O ministério real e verdadeiro é aquele que é feito não com intenção própria ou para barganhar algo de alguém, mas quando é feito para Deus visando o aperfeiçoamento do Seu povo.
          A visão geral (para alguns) em torno do ministério é que o ministro de Deus (principalmente pastores), só são vocacionados ou chamados para tal obra porque o próprio Deus o separou para este fim. Mas a realidade muitas das vezes é outro no sentido bíblico (não que Deus seja limitado, pois Ele é soberano e pode todas as coisas), quando Deus nos chama; Ele próprio já esta nos vocacionando e separando para sermos Seus servos e mordomos da Sua obra na terra. Por isso independentemente de ministério posição eclesiástica, Deus requer do Seu povo prontidão para se disponibilizar para Sua grande seara (Lc. 10:2). O povo de Deus não pode se limitar por posições, pois o verdadeiro sentido bíblico da vocação ministerial é que todos possam se colocar a disposição de Deus e de Sua grande e maravilhoso obra redentora; para todos cumprirem o ide do Senhor Jesus (Mc. 16:15). Deus chama um só povo. E Seu povo da continuidade a Sua obra, consagrando assim homens comissionados para tal fim.
Implicações práticas para a Vida da Igreja.

          Nós que somos mordomos e sevos do Senhor Jesus, temos que nos conscientizar da responsabilidade em Cristo e da continuidade na obra de Cristo e dos apóstolos, pois esta pronto para fazer a vontade do mestre é estar pronto para saber o chamado de Deus e cumpri-lo fielmente. A igreja de Jesus hoje precisa urgentemente voltar ao primeiro amor, e aprender com Cristo (o nosso maior exemplo), como fazer a vontade do Pai, como servo submisso dedicando-se pela causa da cruz. O sentido da vocação ministerial de Deus para o Seu povo é através de suas vidas mostrarem Cristo, independentemente de posição ministerial ou secular, devemos anunciar e propagar o amor Divino ao mundo.

Por: Reverendo Silvio Ribeiro