sábado, 7 de fevereiro de 2026



 Resenha

 Johnson, Spencer

Quem mexeu no meu Queijo? /Spencer Johnson

Tradução: Maria Clara de Biase – Rio de Janeiro: Record, 2001.

 Spencer Johnson, M.D., é autor de livros que foram sucesso de vendas no mundo inteiro. Ele é o criador e co-autor de O gerente-minuto-TM, o best-seller nº 1 do New York Times. Sua educação inclui um B.A. em psicologia da University of Southern Califórnia, um M.D. do Royal College of Surgeons. Seus diversos livros já foram publicados em vinte e seis idiomas.

   Aquilo que aparentemente era para se um almoço entre antigos colegas de turma inicia-se com um grande e extenso diálogo em torno de uma supreentende história de lutas, superação, encorajamento, medo, comodismo e perseverança em busca de um ideal maior; vitória e sucesso. Após muitas brincadeiras e uma boa comida, começaram a conversa. Eles queriam ouvir e compartilhar mais sobre o que se passava na vida uns dos outros.

    O autor nos leva para uma história de motivação (uma história dentro da outra), meta, inteligência e comodismo, que se passa em um grande labirinto. Os quartos personagens desta fantástica história imaginária (do autor); os ratos Sniff e Scurry, os duentes Hem e Haw, todos eles estão à procura pelo queijo, uma metáfora para o que realmente é mais importante em todas as áreas de nossas vidas, seja ela: no emprego, faculdade, negócios, relacionamentos dentro da igreja, esportes, profissão, etc.

   Após contar a linda e imaginária metáfora de “Quem mexeu no meu Queixo” todos são convidados a extraírem alguma lição para sua vida na totalidade, ou, até mesmo em partes. Começa então um debate, os colegas antigos de turma discutem o que tiraram de proveito da história narrada por seu amigo, e como planejam usá-la em suas vidas.

   Indico esta maravilhosa leitura para todos os líderes da igreja atual e a família em geral. Devemos enxergar dentro de nós, para vermos; “a vontade de Deus em nossas vidas”. Ao ler este livro chegamos à seguinte conclusão: Deus nos capacita e devermos tomar posse; da visão de Deus! Devermos vencer em nossa caminha, os obstáculos, medos, inseguranças, futuro inseto. Mas, existe algo dentro de nós chamada “suficiência em Cristo Jesus”, que nos capacita para mostra a direção e o caminho a seguir, existe um grande “queixo” sempre a frente daqueles que perseveram e buscam a cada dia a novidade de Deus, para as suas vidas e ministério!

Por: Reverendo Silvio Ribeiro

APRECIAÇÃO DE UMA OBRA


      Lopes, Edson Pereira

Fundamentos da teologia da educação cristã / Edson Lopes

Editora: Mundo Cristão, 2010 – São Paulo.

 

   Edson Pereira Lopes e casado e pai de dois filhos. É pastor da igreja presbiteriana do Brasil em Vila Esperança – São Paulo. Doutor em ciências da religião, na área de práxis, religião e Sociedade, pela Universidade Metodista. Mestre em Educação, arte e história da cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. Licenciatura Plena em Filosofia pelas faculdades Associadas do Ipiranga. Bacharel em Teologia. É autor de livros: O conceito de teologia e pedagogia na didática magna de Comenius, a inter-relação da teologia com a pedagogia no pensamento de Comenius.

 Edson focaliza em sua abordagem os aspectos da importância da educação cristã para a Igreja do Senhor Jesus, sempre considerando a mesma como agente propagadora da mensagem da Bíblia, para educação de todos.

   Analisando, sempre historicamente e resumidamente, Edson aborta vários períodos na vasta história da educação, dentro dos grandes nomes de homens que deixaram suas marcas em suas épocas. Abordando principalmente a educação hebraica, mostrando que somos herdeiros e devermos da continuidade a obra que se iniciou com o povo hebreu.

   Edson analisa também período nascente do cristianismo e os primeiros séculos, mas, deixa o seu foco principalmente para os apologistas defensores da pura Palavra de Deus.

 Edson analisando a educação cristã como meio e fator principal para a igreja nascente.

   A classe de catecúmenos que tinha a função de educar nos princípios elementares da fé cristã.  Edson apresenta os fundamentos essenciais da educação cristã como pano de fundo da vida cristã, e família, de todo o povo escolhido de Deus. Após mostrar com clareza o sentido bíblico da educação cristã, ele (autor) mostra-nos a diferença de educação religiosa e educação cristã, e que uma, jamais poderá, se confundida com a outra.

   A forma em que o autor aborda a educação cristã abre nossos olhos para uma realidade bíblica, da qual, devermos incentiva dentro das igrejas, a necessidade de ensinar as famílias em geral que; todos devem se comprometeram com a educação cristã no ambiente familiar (nossas casas). E que a igreja sozinha não deve se responsabilizar pela educação bíblica e ética dentro de nossos lares. Família e igreja devem andar, de mãos dadas, pela educação cristã pura, baseada na Palavra da Deus.

   A análise de Edson abri a visão da igreja de Cristo para uma mensagem de nosso Senhor Jesus Cristo: “Fazei discípulos de todas as nações”.

   A ideia do autor enrique mais, a fundamentação da educação cristã em proporções gigantes, pois, precisamos mostra o real valor deste assunto na prática, dentro de nossas congregações.

   Recomendo essa maravilhosa obra para todos os amantes da Palavra de Deus, e principalmente para educadores e mestre cristãos (superintendes e professores da EBD).          Pois será uma ferramenta indispensável para a compreensão do verdadeiro significado da “Educação Cristã”. E como ferramenta para o aprimoramento ministerial dos mesmos!

   Esta obra foi ótima para uma compreensão do verdadeiro significado de educação cristã, pois, a mesma abriu a mente dos leitores para o aprimoramento e lapidação da ferramenta que Deus disponibilizou para a Sua Igreja: “A Bíblia Sagrada” para também usamos a mesma, como uma arma pedagógica a serviço do Reino de Deus.


Por: Reverendo Silvio Ribeiro





domingo, 31 de dezembro de 2023

· A Pregação Visando o Discipulado - Texto Base: Lc 14.25-35.

- O QUE É A PREGAÇÃO

Essa pergunta se faz realmente necessária? Sim! Por que confundimos pregação com várias coisas dentro do culto ou encontros em nossos templos religiosos. Saber o valor e, o que é a pregação, ajudará no progresso da igreja de Jesus Cristo sobre a terra.

A pregação na verdade é algo básico, e fácil. Pregar nada mais é, do que falar das grandezas de Deus expostas nas palavras canônicas dos 66 livros da Bíblia Sagrada. A pregação é o meio pelo qual Deus realiza seus propósitos eternos (Sl 139) e compartilha com sua igreja amada. Por isso a pregação bíblica se faz necessário para sobrevivência de uma igreja saudável. O Reverendo Hernandes Dias Lopes diz: “A pregação expositiva é um dos melhores instrumentos para produzir o crescimento sadio da igreja”.[1] Pregar é de certa forma; comunicar as grandezas de Deus manifestada na pessoa de Jesus Cristo.

Por isso, que a pregação bíblica jamais poderá ser terceirizada por: teatro, entretenimento, músicas, coaching etc. A pregação foi, e continua sendo a maior ferramenta de Deus para o crescimento do seu rebanho. Nosso Senhor Jesus relatou o seguinte: “Jesus, porém, lhes disse: Vamos a outros lugares, às povoações vizinhas, a fim de que eu pregue também ali, pois para isso que eu vim” (Mc 1.38). Nosso mestre Jesus deu ênfase ao ministério da pregação.

 

- A FUNÇÃO DA PREGAÇÃO NA VIDA DA IGREJA

Se a pregação bíblica é essencial para o crescimento e fortalecimento da igreja, uma segunda pergunta se faz necessária: qual a função da pregação na vida da igreja? Se a pregação expositiva faz parte da característica de uma igreja considerada bíblica e saudável, devemos agora saber porque, ou seja, qual sua função no corpo de Cristo e na igreja local. O saudoso John Stott disse: “A pregação é indispensável para o cristianismo”.[2] A pregação tem uma função didática e pedagógica para igreja. Seu poder traz benefícios incontáveis para caminhada dos discípulos de Cristo, pois a mesma tem poder para: alimentar e nutrir (1Pe 2.2), fazer crescer (2Pe 3.18), fazer-nos amar há todos indistintamente (Mt 5.38-48; 22.15-22) etc.

Uma função primordial da pregação bíblica é levar os ouvintes a Cristo, sabemos que toda a Escritura Sagrada aponta para um único alvo: “Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim” (Jo 5.35). De Gênesis a apocalipse Jesus Cristo é o tema central dos oráculos de Deus (Rm 3.2; Hb 5.12; 1Pe 4.11). Por isso observamos, que o assunto central dentro da história da redenção é apontar para o sacrifício vigário de Cristo (Is 52.13-15; Lc 24.13-53).

Testemunhos pessoais por, mais que seja edificante; não é pregação! Goldsworthy diz: “Pregar sobre nós mesmos, nossos problemas e nosso caminho para uma vida melhor, e fazer isso sem qualquer apelo à importância do evangelho, é distorcer radicalmente o entendimento da humanidade e o significado da Escritura”[3]. Uma pregação que não leva seus ouvintes a Cristo, não é uma pregação bíblica!

 

- A PREGAÇÃO VISANDO O DISCIPULADO

O Método Expositivo de Jesus visava o Discipulado bíblico através da exposição das Escrituras, pois nosso Senhor, mirava sempre o coração do ouvinte: “Se alguém vem a mim e não aborrece a seu pai, e mãe, e mulher, e filhos, e irmãos, e irmãs e ainda a sua própria vida, não pode ser meu discípulo” (Lc 14.26). Observamos nas palavras iniciais de Jesus o verdadeiro custo do discipulado bíblico na vida dos seus discípulos.

A pregação visava o crescimento e amadurecimento dos discípulos; por isso Jesus exigia total desprendimento das coisas do mundo: “E qualquer que não tomar sua cruz e vier após mim não pode ser meu discípulo” (Lc 14.27; cf. Tg 4.1-4). Para Jesus, todo o bom discípulo, era um arauto, ou seja, emissário, enviado ou mensageiro (Mc 16.15). Todas as prerrogativas atribuídas aos discípulos de Cristo.

Na Perícope em questão (Lc 14.25-33) observamos que o Dr. Lucas faz uso do verbo grego: “μισέω” (misein), sendo este semelhante ao verbo hebraico שָׂנֵא (sane) que o Senhor Jesus usou, o termo quer dizer não somente “odiar”, mas também amar menos’’ (Gn 29.31,33; Dt 21.15), “não amar igual a outro”não amar com a mesma intensidade (Mt 10.37). O que Jesus quer ensinar a seus discípulos, é que o amor que seus seguidores devem ter por Ele, deve ser tão grande, que o melhor amor humano é ódio em comparação.

A pregação visa o fortalecimento do discípulo de Cristo (2Pe 3.18). Através da pregação nosso Mestre Jesus educa seus seguidores no caminho que devem andar e permanecer (Jo 14.6,15). Jesus usava sempre seu método pedagógico para ensinar as Escrituras Sagradas aos seus ouvintes, através da exposição bíblica.

O que são, afinal, práticas pedagógicas?

As práticas pedagógicas se organizam intencionalmente para atender a determinadas expectativas educacionais solicitadas/requeridas por uma dada comunidade social.

Sua representatividade e seu valor advêm de pactos sociais, de negociações e deliberações com um coletivo. Ou seja, as práticas pedagógicas se organizam e se desenvolvem por adesão, por negociação, ou, ainda, por imposição.[4]

Toda pregação tem uma função didática, o evangelho tem por objetivo maior; reconciliar o pecador, com seu criador (Deus) através do sacrifício vigário de Jesus Cristo (1Tm 2.5; Hb 12.14).

Observamos no método expositivo de Jesus, que uma mudança era necessária a nível de coração (Jr 17.9,10), seu discipulado visava o coração doente dos pecadores (Rm 3.23) por isso a mudança era necessária a nível de coração: “O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem” (Mt 15: 10-11).

A Pregação visando o discipulado tinha um foco; a glória de Deus! Os seguidores deveriam calcular, verificar se realmente estavam dispostos a seguir a Jesus (Lc 14.28-32).

Por: Reverendo Silvio Ribeiro 

 

 

BIBLIOGRAFIA PESQUISADA

ALMEIDA, João Ferreira - Bíblia Sagrada / João Ferreira de Almeida. Revista e Atualizada no Brasil. 2ª Ed: São Paulo: Sociedade Bíblica do Brasil,1999. 896 p. ISBN: 978-85-311-0273-8.

GOLDSWORTHY, Graeme. - Pregando toda Bíblia como Escritura cristã: a aplicação da teologia bíblica à pregação expositiva. Graeme Goldsworthy. 2ª Ed: São Paulo: Editora Fiel, 2013.

GINGRICH, F. Wilbur. – Léxico do Novo Testamento: grego, português / F. Wilbur Gingrich. São Paulo, SP. Editora: Vida Nova, 2007. ISBN: 978-85-275-0085-2.

GONÇALVES, Augusto, Barbosa (Org.) – Pregação na Pós-Modernidade / Leonardo F. Gonçalves, Michel Augusto e Herbert Barbosa (organizadores) Brasília, DF. Editora Cruz, 2020. ISBN: 978-85-87427-02.

MORRIS, Leon L. - Lucas – Introdução e comentário. Série Cultura Bíblica / Leon L. Morris. 1ª Edição. São Paulo, SP. Editora: Vida Nova. 2007. ISBN: 978.85-275-0158-3.

REIMER, Johannes. – Liderando pela Pregação: Uma visão diferenciada / Johannes Reimer. Curitiba, PR: Editora Evangélica Esperança, 2011. ISBN: 978-85-7839-4.

STOTT, John. Eu creio na pregação / John Stott. 2º Ed: São Paulo: Vida Nova, 2003. ISBN: 85-7367-693-0.

Sites consultados:  https://pontodidatica.com.br e https://bibliotecabiblica.blogspot.com



[1] LOPES, Hernandes Dias. – Pregação Expositiva. (2008). Pág. 13.

[2] STOTT, John – Eu Creio na Pregação. (2003). Pág. 8.

[3] GOLDSWORTHY, Graeme. – Pregando toda Bíblia como Escritura Cristã. (2013). Pág. 113.


quarta-feira, 8 de junho de 2022

O Viver do Homem Bíblico

"Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração, prova-me e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho mal e guia-me pelo caminho eterno" (Sl 139: 23,24).

Esse salmo de Davi, fala sobre o Deus Soberano; que está no controle de todas as coisas, é principalmente da sua vida! Davi pede a Deus que sonde seu interior, seus sentimentos, desejos e veja se existe “algum caminho mal” que possa desagradar, e que tire isso do seu coração. E por fim, Davi pede a Deus que o guie para tomar decisões, para cada momento de sua jornada de vida.

Observamos em Davi uma figura do: “homem Bíblico” que sempre está pronto para reconhecer seus pecados e limitações: “Não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência humana vem de Deus” (2Co 3.5). Uma masculinidade bíblica focará a glória de Cristo (1Co 10.31). sempre foi, e será JESUS; o centro e a razão final de todo nós.

Breve Catecismo de Westminster diz:

 

PERGUNTA: 1. Qual é o fim principal do homem?

RESPOSTA: O fim principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-lo para sempre (Referências bíblicas: Rm 11.36; 1Co 10.31; Sl 73.25-26; Is 43.7; Rm 14.7-8; Ef 1.5-6; Is 60.21; 61.3).

 

O caminho do homem que tem desejo de servir a Cristo, começará pela mudança de vida, através de uma vida de: arrependimento, exercício da piedade (oração/Bíblia), e totalmente entregue ao senhorio de Jesus Cristo, como seu Senhor e Salvador! (Jo 8.32; 14.6). A Bíblia Sagrada tem o potencial divino de modelar o caráter do homem, e leva-lo há uma experiencia pessoal com seu salvador (Jo 5.39).

Stuart Scortt diz:

O Homem Bíblico ama a Deus sua palavra, cultiva uma vida de genuína devoção a Deus, reconhece sua condição de dependente de Deus e está continuamente examinando seu coração, a exemplo do salmista (Sl 139.23,24) que pede ao próprio Deus que o sonde para ver se seus caminhos estão de acordo com a vontade desejada de Deus.[1]

Amar a DEUS e obrigatoriamente amar sua santa Palavra Sagrada! Uma vida entregue a CRISTO levará o homem bíblico, ao pleno conhecimento das verdades eternas de DEUS. Que possamos andar em retidão, fé, obediência e renuncia do pecado. Que nosso Senhor JESUS CRISTO seja honrado com nossas atitudes de santificação...


Por: Reverendo Silvio Ribeiro



[1] Scott, Stuart. – O Homem Bíblico. Pág. 9.

terça-feira, 8 de março de 2022

 

“O Dia Internacional de todas as mulheres?”

 

O Dia Internacional da Mulher ou Dia da Mulher é comemorado anualmente em 08 de março, e não é considerado um feriado nacional. Mas será que todos nós sabemos realmente, qual o proposito dessa data? Sabemos que essa data é uma pauta vinda do mundo ocidental. Para as feministas, é uma data histórica, pois comemoram grandes vitórias e conquistas pelo público feminino: direitos iguais entre homens e mulheres; um marco da resistência de um ideal libertador, igualitário.

Mas você sábia que essa data também tem um viés comunista? Poucos conhecem esse lado negro da história, conhecemos somente as flores!

 

O Dia Internacional da Mulher possui profundas raízes históricas ligadas aos ideais revolucionários comunistas e socialistas. O conhecido: Woman’s Day (dia da mulher) aconteceu em 1908 em Chicago, com a presença de aproximadamente 1500 mulheres. Foi uma data dedicada à causa das mulheres operárias aonde elas estavam denunciando a exploração, opressão e desigualdades, as mesmas defendiam a igualdade entre gêneros e a autonomia feminina, incluindo na pauta o direito ao voto. Entretanto, foi na Alemanha, que Clara Zetkin, propôs na II Conferência Internacional das Mulheres Socialistas, fora então instituído o que ficou mundialmente conhecido como o Dia Internacional da Mulher, comemorado primeiramente em: 08 de março de 1922.

 

A Força Feminina

 

O Dia da Mulher trata-se de uma celebração de conquistas políticas, sociais e econômicas ao longo dos anos, sendo adotado pela ONU e, consequentemente, por diversos países. Sabemos que as mulheres sofreram e sofrem; violência doméstica, preconceitos, desigualdade, machismo, abusos sexuais, imoralidade etc. Ao longo dos anos, observamos grandes conquistas pelo movimento feminista. A Bíblia diz: Dai, pois, a César o que é de César e a Deus o que é de Deus (Mt 22.21). Mas, muita atenção, nem tudo que traz benefícios é, de tudo bom, pois, se por um lado as mulheres tiveram ganhos, por outro tiveram algumas perdas desnecessárias. O Reverendo Alan Kleber diz:

 

O movimento feminista iniciado no século passado cresceu em influência e permanece sustentando as mesmas reivindicações originais. Bandeiras históricas como a divisão do trabalho doméstico, salário igual para trabalho igual, o combate à violência doméstica, a reivindicação de creches para todas as crianças e a defesa da legalização do aborto continuam na ordem prioritária das “viris” feministas.[1]

 

A Mulher Cristã e o Dia Internacional da Mulher

 

A luz da revelação canônica, toda e qualquer pauta, que não se harmoniza com a Bíblia deverá sempre ser rejeitada! Martinho Lutero dizia: “Qualquer ensinamento que não se enquadre nas Escrituras deve ser rejeitado, mesmo que faça chover milagres todos os dias” É impossível levantar a bandeira de um movimento que defende pauta anticristã, e pressupostos visivelmente contrários a Deus e sua Palavra (Sl 14.1)

 

A célebre frase: "meu corpo minhas regras", para uma mulher cristã é totalmente antibíblica. Sexo somente após o matrimônio, é totalmente contrária a doutrinação do movimento feminista da liberdade sexual. Temos também a pauta mais diabólica já defendida por esse movimento: o aborto! Elas dizem, para quê sustentar uma gravidez indesejada se “eu” posso decidir abortar, independente do período de gestação. Porque devo ficar em casa cuidando dos filhos, e arrumando a casa para o marido, se “eu” posso conquistar a tão sonhada independência financeira, para então não depender deste marido ou de homem algum. Minha carreira profissional é mais importante do que tudo. Sabiamente o Apóstolo Paulo diz: Nos quais o deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus (2Co 4.4).

 

A agenda feminista tenta a todo custo atacar os valores patriarcais bíblicos, dizendo que o cristianismo e a Bíblia são machistas e escravizadores, e que oprimem as mulheres. E por essa razão, há doutrinação em todas as camadas da sociedade, para encucar pautas anticristãs. Uma visão totalmente distorcida da verdade de Deus, conceitos Bíblicos como: submissão à liderança masculina, seja em casa ou na igreja, ser uma auxiliadora idônea do esposo, ser mãe e criar seus filhos, sim à vida e não ao aborto, serão compreendidas, pelo feminismo como uma tentativa machista de escravizar e oprimir as mulheres no mundo.

 

A Bíblia não proíbe que as mulheres estudem e votem nos seus governantes, mas condena todo e qualquer tipo de violência contra mulher. Como parte mais frágil, seu marido deve amá-la como Cristo amou a sua Igreja. Perceba que este é um padrão extremamente elevado! Outro exemplo interessante é que longe de oprimi-las ou escravizá-las, os homens cristãos devem liderar pastoralmente suas esposas à medida em que elas auxiliam em obediência amorosa seus maridos.[2]

 

A igreja evangélica que é compromissada com as verdades Bíblicas, precisa atentar para a sutileza de certos movimentos, adentrando nossas igrejas, com aparência de piedade, mas que por trás; são doutrinas destruidoras (2Tm 3.1-7).

A igreja de Jesus Cristo, precisa urgentemente, resgatar o papel do homem e da mulher, segundo as Escrituras Sagradas. Ensinos bíblicos, como masculinidade e feminilidade bíblica precisa estar em caráter de urgência nos púlpitos de nossas igrejas.

 

Mulher Cristã virtuosa e piedosa, seu manual de fé e conduta, sempre será a Bíblia! Não deixem pautas anticristãs moldarem sua maneira de pensar! Se a sua maneira de enxergar o mundo não está sendo, pelos óculos das Escrituras Sagradas, mas, pela doutrinação de pautas feministas, então o Dia Internacional da Mulher não há o que comemorar!

FELIZ DIA DA MULHER QUE TEME AO SENHOR E SUA PALAVRA

 

 

Por: Reverendo Silvio Ribeiro



[1] http://bibliacomisso.blogspot.com/2012/03/mulheres-cristas-e-o-dia-internacional.html

[2] http://bibliacomisso.blogspot.com/2012/03/mulheres-cristas-e-o-dia-internacional.html

 

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Quinhentas e setenta mil mortes...

A nação Brasileira alcançou a terrível marca histórica de 570 mil mortes causadas pela COVID-19 e prevê alto risco de terceira onda.

O povo Brasileiro precisa continuar fazendo sua parte na luta para redução dos índices de contaminação e, consequentemente, evitar uma nova onda causada pelo coronavírus. Quinhentas e setenta mil famílias, homens, mulheres, ricos, pobres, negros ou brancos. Pessoas que perderem suas vidas por causa de irresponsabilidades próprias ou de outrem. Esse vírus não veio para brincar, mas nós Brasileiros estamos brincando com ele, temos vistos aglomerações, atitudes irresponsáveis de todas as partes da sociedade. O maior alvo desse vírus somos “todos nós” que ainda estamos vivos, somos também vítimas de presepadas de quem deveria criar mecanismos para evitar e melhorar os índices de contaminação da nossa população.

Quinhentas e setenta mil vidas e daí? Eu estou vivo, estou com saúde, não preciso me preocupar com nada! Esse pensamento está navegando no oceano de muitas mentes irresponsáveis; até o vírus chegar e matar alguém próximo que amo, estamos brincando e achando que estamos apenas lutando contra uma “gripe sinhá” e nesta luta estamos perdendo, nossa população está sendo dizimada. Poderia ser diferente? Sim! Se todos fizessem sua parte. Mas, qual é a minha parte? Ser responsável, não brincar com sua vida, e muito menos com a dos outros a sua volta. Não aglomerar, respeitar as regras de distanciamento, coisas básicas para minha e sua segurança.

É tempo de conscientização de todos nós, pessoas estão morrendo, todos nós precisamos tomar a responsabilidade para si, lembre-se: “Vidas são mais importantes que projetos”. A Bíblia diz: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança” (Gn 1.26 b). Os seres humanos foram criados a imagem e semelhança do seu Deus-Criador, portando todos os homens são portadores da imagem de seu criador; ainda que o pecado tenha danificado essa imagem, ela pode ser restaurada por completo em Jesus Cristo! (Rm 8.29; Cl 1.15).

Infelizmente são:

570 mil vidas perdidas;

570 mil ofícios fúnebres;

570 mil famílias dilaceradas;

570 mil brasileiros (a) que deixaram de viver e sonhar com dias melhores;

570 mil pessoas a menos para contribuir para o crescimento do Brasil;

570 mil pessoas que não voltarão jamais para seus lares;

 

É os números só subindo, quando toda população brasileira sem distinção começar a olhar vidas não como objeto, mais como pessoas importantes para o desenvolvimento da nossa sociedade; só assim começaremos a vencer essa guerra! Sim, a guerra será vencida com a fé em Deus, e a união de todos os Brasileiros.

Conseguiremos vencer essa guerra? Com certeza! Se usamos as armas disponíveis corretamente. E quais são essas armas? Primeiramente nossa confiança precisa estar conectada em Jesus Cristo (Jo 14.6), só ele e mais ninguém tem o poder para solucionar problemas, pandemias etc (Mt 11.28-30).

Estamos em guerra, venceremos com fé em Cristo, união, conscientização, responsabilidade, engajamento pessoal e comunitário. É responsabilidade de todos nós lutamos com todas as armas disponíveis para vencemos esse vírus. Diminuir o contagio e dever pessoal de cada Brasileiro, precisamos lutar sempre, e segundo a vontade de Deus possamos um dia dizer: Deus obrigado pela cura!

Que DEUS em CRISTO console a todas as famílias que perderam seus 570 mil familiares, que o consolo do ESPÍRITO SANTO abrace a cada família enlutada, e que CRISTO seja o centro de cada família desses enlutados.

“Ouve, Senhor, a minha voz; eu clamo; compadece-te de mim e responde-me”

(Sl 27.7)

 

 

 Por: Reverendo Silvio Ribeiro ICP

terça-feira, 30 de junho de 2020

Resumo de Obra


RESUMO

Silvio Ribeiro Fernandes

GOLDSWORTHY, G (pp. 217-370).  Pregando toda a Bíblia como escritura Cristã: a aplicação da teologia bíblica à pregação expositiva (Tradução Francisco Wellington Ferreira). – 1.ed. - São José dos Campos, SP: Editora Fiel, 2013.



 

PREGANDO TODA A BÍBLIA COMO ESCRITURA CRISTÃ

CRISTO EM TODAS AS ESCRITURAS

Questões práticas da Bíblia para pregação.

Levamos em conta alguns dos principais gêneros literários da Bíblia, a partir disso será relevante para o pregador listar todos os gêneros literários da Bíblia, pois a literatura será usada para cumprir funções diferentes.

Por gênero literário podemos definir por certas características comuns que nos capacitam a distingui-los de outros textos, pois ao identificarmos o gênero literário, nos capacitará a evitar a leitura de determinados textos como algo que não é.

A progressão histórica

Vemos que as principais características dos gêneros literários nunca podem ser examinadas a parte do seu contexto, tanto da sua história, bem como da história da salvação.

As épocas teológicas

A Bíblia, como palavra divina, está dentro de um contexto específico conhecido como história da salvação e, por isso, a teologia bíblica mostra-nos a estrutura geral da revelação bíblica. Será sempre relevante para os pregadores a seguinte pergunta: “O sermão mostrou-se relevante, como também o texto, e dá testemunho autêntico de Cristo?”

PREGANDO COM BASE EM TEXTOS NARRATIVOS HISTÓRICOS DO A.T.

É importante distinguirmos entre duas abordagens amplas e diferentes em se tratando de pregação dentro dos textos de narrativas históricas. Precisamos analisar com cautela os grandes personagens da Bíblia, à luz da história da salvação. Ao confeccionarmos nosso sermão, será de suma importância o seguinte lembrete: as boas novas é o plano maior de Deus anterior ao processo histórico da velha aliança. Quando a narrativa é divorciada de sua estrutura maior histórica, torna-se a teologia distorcida. O básico de qualquer sermão bíblico é a “Cristocentricidade” (a história de Cristo como centro de tudo).

PREGANDO COM BASE NA LEI DO A.T.

A lei foi dada ao povo de Israel pela graça de Deus. Pela lei era impossível obter a salvação, pois a mesma era uma instrução para o povo israelita. Nossa abordagem da lei-graça será a seguinte: a lei de Deus foi dada no Sinai e seguindo sua interpretação chegaremos ao Novo Testamento.

As leis civis aplicavam-se à comunidade de Israel, agora a nova comunidade é definida pelo que ela é em Jesus Cristo. A lei de Deus tem de ser entendida somente no contexto redentivo. O verdadeiro filho de Deus veio para cumprir a lei no nosso lugar (Mt 5:17). Para pregarmos sobre a lei, devemos revelar a seriedade do pecado para então levar a Cristo.

PREGANDO COM BASE NOS PROFETAS DO ANTIGO TESTEMANTO

A profecia era sempre vista pelo povo de Israel como um todo. O primeiro personagem a ser chamado de profeta foi nosso pai na fé Abraão (Gn 20:7). Os grandes profetas, tanto maiores quanto menores, abrangeram todo o longo período do Antigo Testamento, que vai do reino dividido até o fim do Antigo Testamento. Cada profeta tem uma mensagem puramente distinta, sempre relacionada à situação histórica de seu povo, do qual estava destinado sua mensagem profética. Ao pregarmos, o pregador terá bastante cuidado em colocar os profetas na estrutura histórica e redentora.    

Os profetas do Antigo Testamento nunca observaram uma solução para os problemas sociais de sua nação, que não fossem por meio da obra salvadora do Deus da aliança.

PREGANDO COM BASES NA LITERATURA DE SABEDORIA

Há na Bíblia Sagrada dois tipos de sabedoria: a de Deus e a do homem. Os expositores da literatura de sabedoria devem ter em mente a possibilidade de algumas expressões de sabedoria que aparecem em todos os tipos de textos do Antigo Testamento. A sabedoria bíblica tem a ver com a percepção e o entendimento verdadeiro da realidade, pois a mesma chama a nossa atenção à responsabilidade de tentarmos entender o sentido da vida à luz da revelação de Cristo, para aí sim tomarmos decisões que sejam sábias. Por isso, há um grande perigo em pregar sermões em textos de sabedoria, pois corremos um grande perigo de isolar pequenas porções do texto de seu contexto literário e de seu contexto histórico-redentivo.

PREGANDO COM BASE NOS SALMOS

Os Salmos têm por grande característica encorajar os fiéis para relacionarem sua fé salvífica com as atividades da vida cotidiana, portanto, o saltério tem por finalidade refletir as obras do Deus da aliança e os fracassos do seu povo eleito.

Os Salmos são colocados no contexto da teologia bíblica para conhecermos melhor de cada assunto dos mesmos. O saltério é o mais citado nos textos do Novo Testamento.

Há grandes evidências que Jesus usou bastante os Salmos como fonte de seu ensino canônico, por isso se faz necessário a seguinte pergunta: como eles podem dar testemunho de Jesus?

Assim sendo, os Salmos é um valioso compêndio teológico e bíblico. Eles são bastante apropriados para sermões expositivos em série ou até mesmo temáticos.

PREGANDO COM BASE EM TEXTOS APOCALÍPTICOS

Para muitos pregadores parece que pregar em textos apocalípticos não soará bem. Esses textos compartilham certas características, sendo a primordial delas uma perspectiva sobre a escatologia que vai além da ênfase geral da escatologia profética.

O livro do profeta Daniel e a visão de Zacarias são desafios interessantes para o pregador, tal como o discurso de Jesus no Monte das Oliveiras, conhecido como o pequeno apocalipse.

A palavra apocalipse significa revelação, reconhecidamente que o seu uso no gênero literário determina um tipo de revelação específica. Apocalipse tem por afinidade o livro do Apocalipse. Para descobrirmos os gêneros apocalípticos devemos nos nortear pelo princípio básico: a Escritura interpreta a própria escritura.

PREGANDO COM BASE NOS EVANGELHOS

A maioria dos pregadores gostam e acham que dominam a pregação a partir dos evangelhos, um grande perigo, pois situar os evangelhos em seu contexto bíblico teológico não é tarefa fácil. Pregar com base nos evangelhos se faz necessário a atenção em tudo que Jesus disse até a sua crucificação e morte, ele o disse em antecipação à ressurreição. A maioria das declarações do mestre Jesus devem ser entendidas como preparatórias para estes eventos citados acima, pois as narrativas dos evangelhos nos movem da expectativa do cumprimento da esperança do Antigo Testamento através dos eventos críticos no ministério de Jesus. Não há evangelho no Antigo Testamento, mas no Novo Testamento há testemunho sobre o evangelho do Antigo Testamento, pois há uma continuidade histórica entre ambos.

A estrutura do evangelho deve estar sempre em nosso pensamento quando formos planejar uma série de sermões. Essa é uma verdade pertinente à teologia bíblica, colocando as narrativas em seu contexto canônico.

PREGANDO COM BASE EM ATOS E NAS EPÍSTOLAS

A função da teologia bíblica é trazer o contexto dos vários textos do Novo Testamento. Eles não mantêm a mesma relação com os eventos chaves do evangelho: nascimento, crucificação, morte e ressurreição de Cristo. Provavelmente as epístolas são documentos bíblicos que temos mais próximos de nossa atual situação, entretanto há consideráveis diferenças que o pregador precisará considerar quando for aplicá-la à realidade de seus ouvintes.

O pregador deverá levar em conta a transição (a partir de Atos) de Jesus ao estar presente em carne para sua ausência na carne, e agora presente no Espírito Santo. Uma questão tratada como: continuidade e descontinuidade, entre o Pentecoste e nós mesmos.

Há algumas considerações importantes para nós: as epístolas em sua maioria são dirigidas às situações históricas específicas, todavia, as mesmas levam consigo uma autoridade que as tornam totalmente aplicáveis de uma maneira geral e abrangente aos dias atuais.

Devemos observar algumas características teológicas e literárias que são peculiares nas epístolas, pois o pregador precisa levar em conta quando estiver envolvido no processo da exegese para seu sermão. Do ponto de vista da teologia bíblica, devemos levar em consideração que a função das mesmas seja, em termos gerais, entendida e exposta.

Não se pode apresentar sermão algum à parte da ênfase principal, que é Jesus Cristo, que contêm nas epístolas, e isto é uma grande observação para exposição das epístolas.

PREGANDO TEOLOGIA BÍBLICA

O principal esforço foi estabelecer o lugar de destaque merecido que a teologia bíblica merece na pregação em qualquer tipo de sermão.

Há que se respeitar o princípio maior que qualquer texto ou pessoa é parte de uma unidade que dará testemunho fiel de Jesus.

A teologia bíblica é de um estimável valor, pois nos ajudará a entender o contexto real, e ajuda-nos no estudo da pregação ao resumir a estrutura da revelação que afeta entendimento de personagens e temas importantes e cruciais das escrituras: o foco da história da salvação e redenção.

Num esquema simples, podemos demonstrar a abordagem temática da teologia bíblica: (A) O reino revelado na história de Israel; (B) O reino revelado na escatologia profética; e (C) O reino revelado e cumprido em Cristo. Essas são as três principais bases para uma boa teologia bíblica, pois fazer teologia bíblica é muito maior que uma simples pesquisa. Sua principal ênfase é considerar o contexto escolhido dentro da teologia bíblica.

A natureza da Bíblia deverá reger nossa preparação e exposição, por isso precisamos reconhecer o devido lugar da teologia bíblica na preparação e entrega do sermão dentro de uma perspectiva da revelação bíblica. Alguns exemplos e conceitos da teologia bíblica:

·         Reino de Deus

·         Regeneração

·         Aliança

Aplicando tipologia: Deus revelou as verdades bíblicas fundamentais por meio de uma sombra (tipo) e depois concretizou no antítipo.

·         Tipologia explícita.

·         Tipologia implícita.

 

 

 

 

“Então, lhes abriu o entendimento para compreenderem as Escrituras”

(Lc 24:45)



                                                                                                  Por: Reverendo Silvio Ribeiro Fernandes